Autoteste oral para detecção do vírus HIV: atualização para Odontologia

Mariana Dias Flor Ribeiro, Letícia Côgo Marques

Resumo


Objetivo: O objetivo do texto é esclarecer de forma objetiva os profissionais de Odontologia sobre o método oral de autotestagem para detecção do vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), além de abordar fatores positivos e negativos dessa nova abordagem. Material e Métodos: A literatura utilizada foi obtida por pesquisa sobre o assunto nas bases de dados: PubMed, portal de periódicos CAPES, Medline, BBO, LILACS e Scielo, abrangendo prioritariamente, o período de 2012 a 2019. Resultados: A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) continua sendo um importante problema público de saúde mundial e seu diagnóstico rápido e preciso é de fundamental importância. Alternativas ao diagnóstico sanguíneo convencional têm ganhado destaque, dentre eles, está o uso da saliva. O teste rápido de HIV realizado por meio da saliva tem despertado interesse e curiosidade dos profissionais da saúde e pacientes, uma vez que sua detecção pode ser mais precisa no início do curso da infecção. Além disso, autoteste oral para detecção do vírus HIV proporciona um resultado rápido e confiável em 20 minutos. Conclusão: O teste rápido de HIV feito pelo método oral de autotestagem através da saliva tem grande potencial de facilitar o diagnóstico e permitir o tratamento dos pacientes infectados pelo vírus HIV. Dessa forma, esse teste pode melhorar aspectos de saúde pública relacionados a HIV/AIDS, além de influenciar positivamente a qualidade de vida dos pacientes HIV positivos

Palavras-chave


HIV; Saliva; Anticorpos; Anti-HIV; Infecções por HIV

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DOI: http://dx.doi.org/10.18363/rbo.v76.2019.e1751

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